São Paulo Reclama

CORTE DE ENERGIA RÁPIDO E RELIGAÇÃO DEMORADA

, O Estado de S.Paulo

08 Fevereiro 2011 | 00h00

Problema técnico?

Estou revoltada com a AES Eletropaulo. Em 3/1, após a empresa cortar a luz de casa, descobri que eu tinha débitos referentes aos meses de maio e abril. Como estava fora de São Paulo, fui avisada por telefone. Paguei a conta no mesmo dia e enviei o comprovante para a empresa por fax. O prazo para a religação da luz era de 24 horas, mas não a fizeram. Após o 5.º contato telefônico com a Eletropaulo, depois de falar com o atendente e com o supervisor, finalmente fui informada de que havia um "problema técnico sistêmico" e que seria necessário enviar novamente o pedido para religar a luz. Com isso, eu teria de aguardar mais 24 horas. Para variar, ninguém apareceu e, enquanto isso, alimentos estragavam na geladeira.

ISABELLA MARAR SANTOYO / SÃO PAULO

A AES Eletropaulo informa que o serviço foi feito no dia 4/1. Em virtude do prazo de execução do serviço expirado, a cliente receberá um Valor Unitário de Penalidade e a devolução da taxa de religação, no total de R$ 43,62. A consumidora poderá retirar a quantia na Loja de Atendimento mais próxima ou aguardar que o valor seja creditado nas próximas faturas. A AES Eletropaulo esclarece que o comunicado de débitos pendentes e o aviso de suspensão no fornecimento de energia elétrica são informados em campo específico na fatura.

A leitora explica: Minha reclamação foi no sentido de entender por que o corte ocorreu no dia 3/1, se os débitos se referiam a contas de mais de 12 meses atrás. Pior do que isso, após enviar o comprovante de pagamento, 48 horas se passaramSITE BANCO DO BRASIL

Problemas de acesso

Como correntista do Banco do Brasil estou há mais de 1 mês tentando acessar minha conta corrente via internet, mas, pela 4.ª vez, a senha é bloqueada. Já fui 4 vezes ao banco para desbloqueá-la. O procedimento não leva nem 5 minutos. Mas, em todas às vezes, tive de esperar por mais de 1 hora na fila. Já liguei para o SAC, para a ouvidoria e segui todas as instruções, mas continuo sem acesso.

GALVEZ GONÇALVES / SÃO PAULO

A Assessoria do Banco do Brasil (BB) informa que o sr. Gonçalves foi contatado pela gerente de relacionamento de sua agência sobre a razão dos bloqueios de acesso, orientando-o sobre os procedimentos seguros. O bloqueio da senha de acesso ocorre automaticamente, de forma preventiva, diante da detecção de um programa espúrio, do tipo "cavalo de troia", no computador utilizado nos acessos ao Portal BB. Nesses casos, o banco sugere acessar o site https://seg.bb.com.br e realizar a verificação de segurança (diagnosticobb.exe).

O leitor diz: O problema continua. Segui todos os procedimentos indicados pelo banco, mas de nada adiantou.

ABANDONO

O que muda é a região

Reclamo do descaso da Prefeitura com o bairro Jardim Pery Alto, na zona norte da cidade. As ruas estão cheias de buracos impossibilitando até a passagem de ônibus.

ANTONIO CARLOS C. DA SILVA / SÃO PAULO

A Subprefeitura Casa Verde/Cachoeirinha informa que está à disposição do sr. Silva para qualquer esclarecimento a respeito de problemas no bairro e diz que equipes da subprefeitura rotineiramente realizam serviços de manutenção em praças, ruas e avenidas da região citadas pelo leitor.

O leitor lamenta: Tentarei acionar a subprefeitura, mas sei que será em vão. Procurei o jornal porque esperava que dessem um prazo para a realização dos serviços.

COMPRAS COLETIVAS

Direitos diferentes?

Adquiri num site de compras coletivas uma promoção para estudar na Wizard da Avenida Paes de Barros, na Mooca. Ao fazer a matrícula, fui maltratada ao revelar o desconto adquirido. Compareci 3 vezes na unidade e liguei mais de 4 vezes na escola para me matricular, mas nunca havia horário disponível. Recebi a informação de que, como eu havia pago mais barato, eles iriam formar turmas específicas de alunos que compraram no site. Eu não poderia estudar na turma de uma amiga minha, pois ela pagou o valor integral do curso. Pedi a devolução do valor, mas até hoje não tive uma resposta e a cada dia dizem algo diferente.

ROBERTA GALVÃO / SÃO PAULO

A Wizard não respondeu.

A leitora revela: Nada foi feito nem meu dinheiro (R$ 1.400) foi devolvido! e a luz não havia retornado e o serviço de urgência continuava indisponível, sem que ninguém da empresa explicasse o motivo.

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