São Paulo Reclama

SUSPENSÃO DE AUXÍLIO-DOENÇAS

, O Estado de S.Paulo

28 Outubro 2010 | 00h00

Processo não cadastrado

Minha mulher, Sônia Helena de Azevedo Niero, foi afastada do trabalho em fevereiro deste ano, por causa de sérios problemas na coluna cervical, e obteve o auxílio-doença. Em abril a perícia do INSS julgou que ela tinha condições de trabalhar e suspendeu o benefício. Mas tanto o médico particular como o empregador, que no caso é a prefeitura municipal de São Caetano do Sul, não a liberaram para o trabalho. Ela então fez o Pedido de Prorrogação e Reconsideração do auxílio-doença, seguindo as orientações da agência de São Caetano do Sul. Depois de mais de 30 dias, esse pedido também foi indeferido, mesmo com ela ainda sem condições de voltar ao trabalho. Dessa forma, entrei com recurso no INSS no dia 8/7 - há três meses! Deste então não tivemos mais resposta sobre esse processo. Só obtenho informações desencontradas fornecidas pelo Prev-Fone (135) e pela agência de São Caetano do Sul. Mas o problema não foi solucionado. Na página da internet, há a informação de que o processo não está cadastrado! Vale lembrar também que no próprio formulário do INSS consta que foi recebido pedido de recurso e que ele seria encaminhado dentro dos prazos legais à Junta de Recursos do INSS (3 meses?). Não sei mais como proceder. No dia 5/10 minha mulher ainda não conseguia se movimentar direito.

JOSÉ ROBERTO NIERO / SÃO PAULO

O INSS não respondeu.

O leitor relata: Infelizmente, o problema não foi solucionado. Até o momento o recurso não foi sequer registrado. Ela não recebe o auxílio-doença desde 14/4.

LINHA CANCELADA

Confusão da Telefônica

Em agosto tentei efetuar a portabilidade de minha linha da Telefônica para a Embratel. Depois de alguns dias, a Embratel retornou informando que seria impossível a portabilidade, por causa de um problema com minha linha na Telefônica. Entrei em contato com a empresa, que disse que a linha tinha sido cancelada em 15/7, mas isso foi feito sem meu consentimento! Após várias ligações e de colecionar vários números de protocolo, abriram um processo interno. Dias depois, entraram em contato em meu celular para informar que reconsiderariam a religação do número em meu endereço. Um técnico veio instalar uma nova linha, mas o que pedi foi a religação da antiga, e não uma outra linha. Não deixei o técnico instalar e retornei a ligar para a Telefônica. Informaram que reagendariam outro dia a visita do técnico para e deram o prazo de 5 dias úteis para o serviço, mas ninguém apareceu passado esse período. Entrei em contato no dia 4/10 com a Telefônica, falei com dois atendentes e uma supervisora, que informaram que revisaram o processo e que não há a possibilidade de reinstalação da linha, inclusive informando que ela já está instalada em outro endereço, o que não é verdade, pois quando você liga para o número, ele está sempre ocupado, ou seja, linha ainda está desligada. Eu quero minha linha de volta, pois acho que é um direito meu como consumidora, uma vez que não pedi cancelamento algum.

ÂNGELA CALDERANI / SÃO PAULO

A Telefônica não respondeu.

A leitora diz: A linha foi instalada, porém cobraram uma taxa de instalação que não acho certo, pois o cancelamento da linha não foi nem pedido nem autorizado por mim.

FLUXO SATURADO

Faltam melhorias em bairro

Houve um expressivo aumento do número de prédios construídos em Santana nos últimos tempos, mas nada foi feito para a melhoria das ruas, avenidas ou dos acessos, ou mesmo para a desobstrução de algumas vias, como as que acessam a pequena Praça Ricardo Whatelly, por onde desembocam 4 ruas. Posso dizer que o governo se esqueceu de Santana. A malha viária do bairro não comporta o fluxo de pessoas e de veículos atuais. O resultado é que os moradores têm de se sujeitar a passar horas no trânsito dentro do próprio bairro, por que as avenidas como Braz Leme, Dr. Zuquim, Voluntários da Pátria, entre outras, precisam de ampliações e melhorias. Da Av. Rebouças até a Ponte da Casa Verde, por exemplo, demoro uns 15 minutos. Já da ponte até minha casa, em Santana, demoro pelo menos 1 hora. Um absurdo!

DONATO ESPOSITO / SÃO PAULO

A CET não respondeu.

O leitor informa: O problema continua e o trânsito na Ponte da Casa Verde piora a dada dia. O pior é que a ponte foi reformada para a passagem de nível da marginal e poderia ter sido alargada, mas não foi.

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