São Paulo Reclama

Promessa de melhorias

, O Estado de S.Paulo

09 Abril 2010 | 00h00

Disseram que o Rodoanel seria uma AutoBan, mentira: os acessos estão malfeitos e as pistas de concreto, cheias de juntas e calombos. Disseram que não teria pedágios, mentira: todas as saídas têm pedágio. E, ainda, que o Rodoanel não afetaria o entorno, mas no dia 19/3 foi o caos em Carapicuíba, Itapevi, Cotia, Embu, Osasco. Um acidente interrompeu as pistas, levando caminhões, carros, motos e tudo o mais a desviar pelas ruelas desses municípios. Demorei 12 horas para chegar em casa! Mentiras e mais mentiras! O Rodoanel só funciona quando não há trânsito e só serve para arrecadar dinheiro para deleite dos mentirosos. Acredite quem quiser.

MANOEL NETTO / SÃO PAULO

A Assessoria de Comunicação CCR RodoAnel informa que a Concessionária CCR RodoAnel assumiu a operação do Trecho Oeste da rodovia em junho de 2008. Durante os 30 anos de concessão, estão previstos investimentos da ordem de R$ 465 milhões em obras de melhorias nos acessos, pavimentos, implantação de passarelas e vias marginais entre a saída do bairro Padroeira e Raposo Tavares, e construção de 5ª faixa entre os trevos da Castelo Branco e Raposo Tavares. Ressalta que o pedágio na via, além de contribuir para a construção do Trecho Sul, permite a execução das melhorias e conservação das vias, gerando mais de 500 empregos diretos e 1.500 indiretos. Diz que o pedagiamento era previsto desde a execução de estudos de impacto ambiental na década de 90. Sobre o acidente relatado, houve derramamento de ácido clorídrico sobre todas as faixas de rolamento da pista externa. Com isso, a concessionária empreendeu extenso plano de atendimento, que foi bem-sucedido, seguindo todas as diretrizes previstas. Em poucas horas o tráfego foi restabelecido.

CET

Reclamação antiga

O tempo passou, o presidente da CET mudou e os problemas ainda são os mesmos. A atuação é sempre paliativa, entendam multas. E, neste caso, nem isso. Há mais de dois anos denuncio o mesmo fato: veículos continuam trafegando pela contramão no quarteirão entre as Ruas Edson e Gabrielle D"Annunzio. Para mim, o problema se resume à falta de fiscalização e ao sistema viário mal resolvido, já que moradores, para ir à Av. Vereador José Diniz e adjacências, a uma quadra, têm de fazer um trajeto de cerca de 1 km, sem contar o trânsito. Cansei de receber evasivas e inverdades como resposta. Aproveito para dar parabéns à CET pela inoperância e sugiro sua extinção para o bem dos contribuintes.

MAURO RIBEIRO GAMERO

/ SÃO PAULO

Adele Nabhan, do Departamento de Imprensa da CET, esclarece que a alteração no sentido de circulação da Rua Princesa Isabel transformaria a via em rota de fuga da Av. Santo Amaro, com acréscimo do volume de veículos nas vias internas do bairro. Além disso, a Rua Princesa Isabel no cruzamento com a Rua Edison possui descontinuidade em seu alinhamento, o que aumenta o risco de acidentes com o acréscimo de veículos vindos da Av. Jornalista Roberto Marinho. Dessa forma, desde 2008 a CET intensificou a fiscalização na Rua Princesa Isabel, no trecho citado, e entrou em contato com moradores dos edifícios com saída para a Rua Princesa Isabel, orientando quanto ao risco do tráfego na contramão de direção.

TELEFÔNICA

Desabafo

Em janeiro de 2009, a Telefônica efetuou débito indevido em minha conta bancária. Após horas, consegui reclamar no SAC da empresa, que reconheceu a falha e prometeu abater o valor na conta de fevereiro, o que não foi feito. Entrei em contato de novo e a empresa prometeu regularizar a situação no mês seguinte, e não o fez. Não suportando mais a desorganização e má-fé da Telefônica, entrei com ação judicial no Juizado Especial Cível em 19/3/2009. Na audiência, o representante da Telefônica propôs devolver o valor por depósito judicial. Na 2.ª audiência foi determinado que a Telefônica devolvesse em deposito bancário o valor cobrado indevidamente, em 10 dias, ou recorresse da decisão. Decorridos 30 dias, fui informado de que a Telefônica não havia recorrido da sentença nem feito o depósito. Em janeiro deste ano voltei ao fórum para verificar a liberação do valor e fui informado de que o processo seria enviado para cálculo de correção monetária. Recorri à Justiça não por causa do valor (R$ 117,42), mas pelo tipo de tratamento recebido pela Telefônica, que não acata a legislação, não respeita o cliente/consumidor e ainda debocha de todos.

LEVI DE ALMEIDA NUNES

/ SÃO PAULO

A Telefônica diz que a situação do sr. Nunes já foi regularizada.

O leitor contesta: A situação não foi regularizada. Ainda não recebi o dinheiro.

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