Christian Rizzi/ESTADAO
Christian Rizzi/ESTADAO

Roger Abdelmassih perde direito à prisão domiciliar e irá para hospital penitenciário

Falta de tornozeleira eletrônica impede o monitoramento do ex-médico em hospital particular

O Estado de S.Paulo

12 Agosto 2017 | 06h50

O ex-médico Roger Abdelmassih, de 73 anos, teve o direito à prisão domiciliar anulado pela Justiça nesta sexta-feira, 11. Com isso, logo depois que tiver alta do Hospital Albert Einstein, onde está internado tratando uma infecção, ele será conduzido a uma ala hospitalar do sistema penitenciário estadual. 

De acordo com a decisão de juíza Sueli Zeraik Armani, da 1ª Vara de Execuções Criminais, o motivo pela revogação do direito é a falta de tornozeleira eletrônica, que impossibilita a permanência do médico em um hospital particular. 

A juíza também determinou que, assim que tiver em condições, ele será transferido para o Hospital do Sistema Penitenciário, no bairro do Carandiru, em São Paulo.

Condenado a 181 anos de prisão, por 48 casos de estupro contra 37 ex-pacientes suas, Abdelmassih estava preso em Taubaté até o começo do mês passado. No entanto, devido a um erro quanto ao recurso manejado pelo Ministério Público levou o Superior Tribunal de Justiça (STJ) a restabelecer a decisão que concedeu regime domiciliar. 

Desde a última segunda-feira, 7, o ex-médico está internado no Hospital Albert Einstein. A sua ida ao ambulatório foi autorizada pela juíza Wania Regina Gonçalves da Cunha, da Vara de Execuções Criminais de Taubaté, no Vale do Paraíba.

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