Professor reduz consumo, mas enfrenta falta d'água

Sem água no período da noite há cerca de três meses, o professor Heitor Claudio Leite e Silva, de 56 anos, teve de comprar uma caixa d'água de mil litros para poder tomar banho em casa após o dia de trabalho. Ele mora com a mulher em um sobrado no bairro Vila Nova Cachoeirinha, zona norte da capital. Abastecida pelo Sistema Cantareira, a região foi a primeira a sentir os efeitos da crise hídrica.

Fabio Leite, O Estado de S.Paulo

18 Abril 2014 | 02h02

"Desde fevereiro, eu sinto essa redução da pressão (da água à noite) que estão falando agora. Como meu chuveiro é com gás encanado, ele está ligado na água da rua por causa da pressão. Chega nove horas da noite, já não tem água para tomar banho", disse Silva, que está fazendo sua parte e reduziu o consumo em 11% em março. Procurada, a Sabesp não se manifestou sobre o problema no local.

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