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Prefeitura faz parceria com Apae para empregar deficientes

- Atualizado: 30 Março 2016 | 18h 39

Administração municipal já tem 130 indicados; entidade vai acompanhar o desempenho e fazer capacitação

SÃO PAULO - A Prefeitura assinou um termo de cooperação com a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de São Paulo (Apae) para empregar 180 portadores de deficiência intelectual que fazem tratamentos e acompanhamento em Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e Centros de Referência de Assistência Social (Cras) da gestão Fernando Haddad (PT). 

A administração municipal já tem 130 indicados para exercer funções remuneradas. A Apae entra com a capacitação e acompanhamento dos beneficiários nos postos de trabalho. Os indicados já fazem parte do Benefício de Prestação Continuada do Governo Federal, programa de cotas que concede uma espécie de Bolsa Família. 

De acordo com Luciana Temer, secretária municipal de Assistência e Desenvolvimento Social da Prefeitura, enquanto os trabalhadores estiverem recebendo salário, o benefício do BPC será suspenso. Caso deixem os empregos, a bolsa volta novamente a ser paga. Segundo ela, a proposta é que as pessoas com deficiência e os trabalhadores que não têm nenhum tipo de problema intelectual possam conviver. 

O termo de cooperação entre a Prefeitura e a Apae foi assinado nesta quarta-feira, 30, e contou com a presença do prefeito Haddad. "Queremos ver essas pessoas no chão de fábrica para que tanto eles quanto os trabalhadores que já estão lá possam aprender uns com os outros", disse. Apenas quem faz acompanhamentos em Cras e Creas poderá se candidatar às vagas, desde que a Prefeitura avalie que o beneficiário esteja pronto para as vagas.

 

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