PMs acusados de matar publicitário devem sair do presídio nesta sexta-feira

Advogado que defende os três policiais disse ter conseguido o habeas corpus na Justiça Militar

Daniel Trielli, O Estado de S. Paulo,

27 Julho 2012 | 16h57

SÃO PAULO - O advogado Aryldo de Oliveira de Paula, que defende os três policiais militares acusados de matar o publicitário Ricardo Aquino disse ter conseguido, na tarde desta sexta-feira, 27, o habeas corpus na Justiça Militar para a liberação dos acusados. Luiz Gustavo Garcia, de 27 anos, Adriano Costa da Silva, de 26, e Robson Tadeu do Nascimento Paulino, de 30, haviam sido presos em flagrante pela morte do publicitário no dia 18, durante uma abordagem no Alto de Pinheiros.

Nessa quinta-feira, 26, o Tribunal de Justiça já havia decidido pela libertação do trio após pedido do advogado. No entanto, por decisão da Justiça Militar, eles permaneciam presos no Presídio Militar Romão Gomes, no Tremembé, zona norte da cidade de São Paulo. Segundo o advogado, os clientes devem sair do presídio até as 20h desta sexta-feira. No entanto, até as 16h, a Justiça Militar não havia confirmado a informação.

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