Obra no Guarujá é fruto de pressão da sociedade civil

A nova ETA Jurubatuba é considerada no Guarujá uma vitória de moradores. Uma ação civil pública iniciou a pressão sobre a Sabesp para a construção da obra. De lá para cá, a empresa sofreu duas condenações. Na última, foi determinada multa diária de R$ 200 mil. "A obra só foi iniciada após a ação. Ela não é resultado de vontade política", diz Sidnei Aranha, da Agência Nacional para Desenvolvimento e Ação Social (ONG Princípios).

O Estado de S.Paulo

10 Dezembro 2011 | 03h03

Atualmente, uma perícia é realizada nos três conjuntos de laudos apresentados pelas partes à Justiça. Em dois, a água é considerada imprópria. A ação pede melhorias no abastecimento e reparação de danos.

Segundo Aranha, todos os laudos divulgados pelo Instituto Adolfo Lutz mensalmente revelaram problemas em pelo menos um padrão estipulado na Lei Nacional do Saneamento Básico. "Agora, como a estação vai filtrar a água, a expectativa é de termos mais qualidade."

A Sabesp, que conseguiu com recurso na Justiça não pagar as multas, contesta a afirmação. A companhia afirma que tem controle sobre o produto, obtido por meio de um laboratório que emite laudos com certificação internacional. / A.F.

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