Obra abandonada será concluída para abrigar laboratórios

Diretor substituto do Butantã, Marcelo de Franco, reconhece que as instalações científicas do prédio da biblioteca não são ideais

Herton Escobar, O Estado de S. Paulo

04 Abril 2014 | 03h00

SÃO PAULO - O diretor substituto do Butantã, Marcelo de Franco, reconhece que as instalações científicas do prédio da biblioteca não são ideais e diz que a diretoria está empenhada em encontrar uma solução que possa ser colocada em prática rapidamente. A restauração da parte interna do prédio não pode ser feita com os laboratórios lá dentro, o que significa que uma coisa depende obrigatoriamente da outra.

O mais provável é que os laboratórios sejam transferidos para um outro prédio, próximo dali, que nunca foi ocupado e está abandonado há pelo menos cinco anos. A construção, conhecida como "prédio da Finep" – em referência à agência de fomento federal que financiou o projeto –, foi iniciada em 2008, na gestão anterior do instituto, e custou mais de R$ 600 mil.

A parte externa foi concluída, mas a obra não foi levada adiante e o prédio ficou vazio e desocupado até agora. "Fizeram só o esqueleto", disse Franco. "Esse prédio parado é um absurdo."

O plano, segundo ele, é refazer o projeto, terminar a obra e transferir os laboratórios de Farmacologia e Bioquímica do prédio da biblioteca para lá. "Estamos finalizando o projeto executivo", disse. A obra deve custar entre R$ 2 milhões e R$ 3 milhões.

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