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MPE decidirá se investiga gestão Alckmin por crise hídrica

Bruno Ribeiro e Fabiana Cambricoli - O Estado de S. Paulo

07 Abril 2014 | 12h 14

Promotores do Meio Ambiente da capital vão se reunir para decidir se gestão Alckmin pode ser responsabilizada por ameaça de seca

Atualizada às 21h37

SÃO PAULO - O Ministério Público Estadual (MPE) decidiu abrir investigação para apurar responsabilidade do governo do Estado pela atual crise hídrica do Sistema Cantareira que ameaça mais de 14 milhões de pessoas de racionamento na Grande São Paulo e na região de Campinas.

Promotores do Meio Ambiente decidiram instaurar nesta terça-feira, 8, um inquérito civil para investigar se o governo Geraldo Alckmin (PSDB) gerenciou mal os recursos hídricos do Cantareira e como a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) fez uso da outorga renovada em 2004 para captar água do principal manancial paulista e distribuir na Região Metropolitana.

O inquérito foi distribuído para o promotor José Eduardo Ismael Lutti, que já havia manifestado interesse em esclarecer se a Sabesp ou o governo podem ser responsabilizados pela pior seca dos cinco reservatórios que formam o Cantareira.

No interior do Estado, duas promotorias já abriram investigações decorrentes da atual crise. Em Campinas, a investigação é sobre a partilha das águas do manancial com a Bacia dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ). No Vale do Paraíba, um inquérito apura o projeto para transposição de água da Bacia do Rio Paraíba do Sul para o Cantareira, que rendeu uma disputa com o Rio de Janeiro.

Questionado sobre a investigação do MPE, Alckmin disse que a situação climática é atípica e que o Estado se mostrou preparado para enfrentar a seca. "Nós estamos enfrentando na região Sudeste do Brasil a maior seca dos últimos 84 anos. Temos 22 milhões de pessoas na metrópole, passamos meses e meses de muito calor e sem uma gota de água, e não falta água, então o governo é preparado, nós temos uma estrutura excepcional", disse o governador.

Alckmin afirmou ainda que, desde o início da crise, o governo tem desenvolvido medidas para minimizar o problema. "Fizemos o bônus, agora estendemos para a Região Metropolitana. Acredito que, com o bônus estendido para a Região Metropolitana e com as obras que já estão prontas e as que serão concluídas, está todo mundo trabalhando para que a gente consiga superar a estiagem", disse.

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