Moradores ocupam prédios em meio a poeira e entulho

Sem água e luz nos edifícios Prestes Maia e do INSS, moradores tateiam as paredes munidos de velas e lanternas para circular entre os andares. Pessoas despejadas, com aluguel atrasado, moradores de rua e muitos integrantes das antigas ocupações dividem as refeições nas cozinhas improvisadas. Aos, poucos, os cômodos, empoeirados e cheios de entulho e lixo vão sendo limpos e ocupados com colchonetes e movéis dos antigos moradores. "Esse prédio (do INSS) virou moradia de ratos, baratas e mosquitos da dengue", lamentou o eletricista Sidnei Silva, de 28 anos. Ele ocupou o edifício de 1997 a 2003 e em abril de 2009. "Deixaram de dar moradia ao povo para deixar o prédio abandonado." / A.B.

, O Estado de S.Paulo

27 Abril 2010 | 00h00

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