1. Usuário
Assine o Estadão
assine

Metroviários podem abrir mão de dia de salário por catraca livre

Bruno Ribeiro - O Estado de S. Paulo

05 Junho 2014 | 16h 45

Proposta será votada em assembleia, afirmou presidente do sindicato da categoria durante reunião no TRT. Metrô não apresentou nova proposta e retirou as que havia feito

SÃO PAULO - O presidente do Sindicato dos Metroviários, Altino de Melo Prazeres Júnior, se comprometeu no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da Segunda Região, no centro, a levar à assembleia da categoria a proposta de corte de ponto de um dia de trabalho em troca de uma operação da rede com catraca livre. A proposta se deu após Prazeres Júnior ser cobrado com veemência pela desembargadora Rilma Aparecida Hemetério sobre o descumprimento da decisão judicial de manter 100% da operação no horário de pico durante a greve da categoria. Os metroviários entraram em greve nesta quinta-feira, 5, por tempo indeterminado.

Ele havia contestado a decisão judicial afirmando que, dessa forma, a categoria perdia seu direito de greve. Rilma afirmou que só decidiu pelo índice de 100% porque o sindicato não cumpriu o seu dever legal de determinar, em conversas com o Metrô, um padrão mínimo de operação. "Eu não sou metroviária para saber o número ideal", disse a desembargadora, visivelmente irritada.

Rilma destacou os sérios prejuízos à população com o descumprimento da decisão e instigou Prazeres Júnior a apresentar um porcentual que ele achava justo. "Eu não posso dizer o porcentual, mas posso levar isso à categoria", disse Prazeres Júnior, antes de reforçar a proposta de catraca livre. A desembargadora, entretanto, disse que, mesmo se a população não pagasse a passagem, os custos para manter o metrô operando sairiam da coletividade.

"Por que a coletividade deve pagar para os senhores negociarem?", continuou a magistrada. Prazeres Júnior então afirmou que levaria à assembleia a proposta de corte de ponto, caso o Estado aceitasse a catraca livre.

Desde o começo da tensa reunião que ocorre no TRT, o Metrô mantém-se intransigente e não apresentou nova proposta aos metroviários, assim como retirou todas as já feitas, mas a reunião continua. A empresa requisitou dissídio econômico e trabalhista que ainda serão analisados.

Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo