Tiago Queiroz/Estadão
Tiago Queiroz/Estadão

Mairiporã decreta calamidade na saúde após mortes por febre amarela

De acordo com a prefeitura, a cidade da região metropolitana registrou 13 casos confirmados da doença, com seis óbitos

Isabela Palhares e José Maria Tomazela, O Estado de S.Paulo

17 Janeiro 2018 | 08h49
Atualizado 17 Janeiro 2018 | 23h19

SÃO PAULO E SOROCABA – Com o aumento de casos confirmados de febre amarela, a prefeitura de Mairiporã, na região metropolitana de São Paulo, decretou situação de emergência e calamidade na saúde pública para executar ações de controle da doença. O município também anunciou que suspenderá a vacinação 24 horas para evitar a procura nos postos de pessoas de outras cidades. 

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O decreto, assinado pelo prefeito Antônio Ayacida (PSDB), permite o uso de verbas para remanejamento de funcionários e o pagamento de hora extra de servidores envolvidos em campanhas de vacinação, compra de repelentes para moradores que não possam tomar a vacina e até a entrada forçada em imóveis particulares para combate do criadouro de mosquitos. O decreto vale por 180 dias.

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Grazielle Bertolini, secretária municipal de saúde, explicou que o decreto foi necessário após a cidade registrar um aumento de casos da doença na última semana. Nesta quarta-feira, 17, a cidade tinha 57 relatos suspeitos da doença, 13 confirmados e 6 óbitos. No dia 11, eram 33 notificações de suspeitas, 11 confirmações e 2 óbitos. 

 

 

 

 

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