Justiça abre ação contra tráfico de mulheres

O Ministério Público Federal em São Paulo denunciou e a Justiça Federal abriu processo contra cinco brasileiros e dois angolanos por tráfico internacional de pessoas, rufianismo, favorecimento de prostituição e associação criminosa. Eles foram alvo da Operação Garina, da Polícia Federal, que desarticulou a quadrilha que traficava mulheres para Angola, Portugal e África do Sul para prostituí-las.

Andreza Matais e Fausto Macedo, O Estado de S.Paulo

26 Outubro 2013 | 02h06

Foram denunciados os brasileiros Wellington Edward Santos de Souza, também conhecido como Latyno, Luciana Teixeira de Melo, Rosemary Aparecida Merlin, Eron Francisco Vianna e Jackson Souza de Lima, além dos angolanos Fernando Vasco Inácio Republicano e Bento dos Santos Kangamba, que é general.

A denúncia foi oferecida pela procuradora da República Stella Fátima Scampini em 19 de setembro e recebida no último dia 21 pela juíza da 8.ª Vara Federal Criminal de São Paulo, Maria Isabel do Prado.

A Polícia Federal acusa o general Kangamba, parente do presidente de Angola, de chefiar o esquema internacional de tráfico de mulheres do Brasil para África do Sul, Portugal, Angola e Áustria.

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