Índices pioraram na Grande São Paulo no último ano

Os índices de poluição do ar na Grande São Paulo relativos a dois poluentes também pioraram desde o ano anterior. Entre 2010 e 2011, a concentração média de fumaça cresceu 9% e o número de dias com excesso de ozônio aumentou 57%.

O Estado de S.Paulo

15 Julho 2012 | 03h05

Nesse último quesito, o mais recente relatório de qualidade do ar da Cetesb - que é referência para os impactos da poluição na saúde dos paulistanos - mostra que, em 2011, o limite tolerável de ozônio foi ultrapassado em 96 dias, o maior número desde o registrado em 2002.

Segundo a Cetesb, isso não significa que o ar em 2011 tenha sido pior que em 2002, uma vez que algumas estações foram ativadas e outras desativadas nesse período. Além disso, houve diminuição de outros poluentes, como o material particulado, que é formado por poeira e fuligens, principalmente de veículos. Segundo a Cetesb, essa melhoria se deve aos programas de controle de emissões. / A.R. e R.B.

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