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Reconstrução de viaduto deve custar até R$ 40 mi, diz Haddad

- Atualizado: 19 Fevereiro 2016 | 16h 47

Gestão deve decidir hoje se estrutura na zona sul será demolida; após assinatura do contrato, previsão é entregar obra em 180 dias

Um dos caminhões envolvidos no acidente estava carregado de óleo diesel e explodiu

Um dos caminhões envolvidos no acidente estava carregado de óleo diesel e explodiu

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), disse nesta sexta-feira, 19, que o custo da demolição e reconstrução do Viaduto Santo Amaro, na zona sul da capital, pode chegar a R$ 40 milhões. No último sábado, 13, o viaduto foi atingido por uma explosão após colisão entre um caminhão e uma carreta. A decisão sobre a destruição da estrutura será tomada na noite desta sexta, informou o petista.

Caso opte pela demolição, Haddad afirmou que a Prefeitura poderá decretar estado de emergência para a obra e contratar uma empresa com dispensa de licitação. A partir da assinatura do contrato, a previsão da Prefeitura é entregar o viaduto em 180 dias.

“Isso é padrão. Está previsto em lei que, quando você tem um caso dessa natureza, se você consegue resolver em seis meses, pode decretar emergência. Não vou postergar uma solução, em função, sobretudo, de uma situação tão delicada que é a ligação de Santo Amaro com São Paulo”, afirmou.

Haddad reconheceu que, nos últimos dias, o trânsito dobrou na região do viaduto. “Se for reconstruído, o viaduto provavelmente vai sofrer um alteamento. Vamos fazer mais elevado porque, quando ele foi feito, o padrão era outro”, explicou o prefeito.

Três laudos foram encomendados para a tomada de decisão da gestão Haddad. Até a manhã desta sexta, um havia sido entregue. “O primeiro laudo foi surpreendentemente positivo, mas não é conclusivo porque depende desses outros dois. Foi positivo porque é o laudo de resistência de materiais, que é um laudo importante, é o principal laudo. Mas sem os outros dois você não consegue ter um diagnóstico preciso e seguro de como proceder”, disse. “Entregues os outros dois (laudos), os engenheiros tomam a decisão técnica e aí a gente toma a decisão política”.

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