Furto e vandalismo

CEMITÉRIO DA CONSOLAÇÃO

O Estado de S.Paulo

24 Julho 2012 | 03h03

O Cemitério da Consolação está sendo destruído sem que nada se faça para impedir. A capela em que se encontram os meus familiares foi alvo de vandalismo. Os vitrais do jazigo foram quase todos destruídos. Em outra ocasião, roubaram um dos vasos de bronze da parte externa. Procuramos o atual administrador, que reconheceu a precária situação da segurança de um cemitério que, pelas obras de arte que contém, foi tombado pelo Condephaat. Informou-nos que há um projeto de colocar câmeras de segurança, mas que até hoje nada foi feito.

ZAKIE YAZIGI RIZKALLAH / SÃO PAULO

O Serviço Funerário do Município de São Paulo (SFMSP) informa que todas as ocorrências nos cemitérios são encaminhadas às autoridades policiais para as providências necessárias. Com respeito aos danos sofridos pela família Rizkallah, a administração do cemitério providenciou o registro do B.O. no 4º DP. Em razão da recuperação de vários objetos furtados durante as ações realizadas, o SFMSP solicita que os munícipes compareçam à administração do Cemitério para reconhecer os itens. Para o combate aos furtos e vandalismo, a Prefeitura, por meio da GCM, está instalando 15 câmeras em cemitérios da cidade, incluindo o da Consolação.

A leitora comenta: Reitero o abandono visível a que tem sido deixada parte da história da nossa cidade. Não é apenas a destruição de obras de arte, de jazigos projetados por artistas, escultores, mas toda a condição física das ruas internas, calçadas, cheias de buracos. A falta de manutenção é atribuída a insuficientes verbas e às dificuldades de iniciativas quando envolvem áreas tombadas.

VILA LEOPOLDINA

Calçada esburacada

Todos os dias caminho por uma calçada esburacada no acesso da Avenida Queiroz Filho, altura do n.º 1.700, até a Estação Villa-Lobos-Jaguaré. Até quando os pedestres terão de andar no meio de buracos e lama? A Prefeitura criou um acesso cimentado no meio da praça, que liga esta avenida à estação, mas não iluminou o local, o que nos obriga a andar à noite pela calçada e faz com que os pedestres caiam nos buracos.

SILVIA FUCHS / SÃO PAULO

A Secretaria de Serviços, por meio do Departamento de Iluminação Pública (Ilume), informa que, em 18/6, uma equipe de manutenção substituiu os equipamentos, normalizando a situação da via. Quanto aos buracos, a Subprefeitura Pinheiros informa que o local foi incluído na programação de serviços, com previsão de início dos trabalhos para julho.

A leitora relata: O trecho da calçada logo na saída da estação foi refeito, mas o restante continua com buracos. Já estamos quase no fim de julho e o local permanece sem iluminação.

TELEFÔNICA/VIVO - 1

Cobrança incorreta

Em março, a Telefônica/Vivo comunicou a redução do valor do serviço Fale à Vontade de R$ 57,90 para R$ 39,90, com a migração do Speedy para o Ajato. Como isso não se refletiu na fatura de abril, liguei para reclamar. Mesmo assim, para minha surpresa, a fatura de maio ainda contemplava o valor de R$ 57,90 e, segundo a operadora, não há registro algum da migração dos R$ 57,90 para R$ 39,90. Como a tratativa é de março, faço questão de que o crédito relativo a abril e maio me seja concedido!

ANDRÉ SASLAVSKY / SÃO PAULO

A Telefônica/Vivo diz que fez os ajustes necessários e que o leitor receberá o crédito dos valores pagos.

O leitor contesta: A fatura de junho veio com o valor errado. Depois me ligaram e pediram para desconsiderá-la, informando que enviariam nova conta. A desorganização e o descaso desta empresa são lamentáveis.

TELEFÔNICA/VIVO - 2

Serviço cancelado

A Telefônica/Vivo insiste em me cobrar uma conta que já foi paga, mais encargos financeiros e um valor maior pelo serviço Speedy. Após inúmeros telefonemas, soube que minha assinatura havia sido cancelada e que, agora, eu teria de pagar pelo serviço da Ajato, que é mais caro. Em nenhum momento solicitei essa migração. Sinto-me manipulada e jogada de um lado para o outro. Quanta má-fé!

JOYCE GAS / SÃO PAULO

A equipe do Vivo Speedy informa que o caso já foi resolvido.

A leitora contesta: Em 13/7 recebi uma carta dizendo que a conta de junho está em aberto. Meu receio é ficar com o nome sujo por causa de uma dívida "criada" por incompetência da Vivo.

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