Faixa de ônibus e multas

TRÁFEGO INTENSO EM SOCORRO

O Estado de S.Paulo

21 Julho 2012 | 03h01

É admirável a boa vontade da CET em aplicar multas diariamente nas Avenidas Rio Bonito e Olívia Guedes Penteado, no Socorro, no novo corredor exclusivo de ônibus. Em que tipo de dados a CET se baseou para criar esta faixa exclusiva? Em momento algum foi pensado que o fluxo de carros que sai do bairro Veleiros e acessa essas avenidas por ruas transversais é grande? Para atravessar o farol da Avenida Ipanema, é impossível não entrar na faixa exclusiva, por causa do tráfego intenso. No dia 27/6 havia dois agentes na altura do n.º 940 da Olívia Guedes Penteado, um fotografando e outro multando. Deixei um carro que estava na faixa exclusiva (o motorista havia saído de uma transversal à direita, no sentido Avenida Atlântica) entrar na minha frente. Certamente esse motorista foi multado - na ocasião interpelei o agente por sua atitude de multar veículos nesta situação. Onde está o bom senso dos engenheiros e de fiscais da CET? Estas avenidas não comportam uma única faixa de rolamento para a quantidade de carros que por ela transitam.

CAYO DI FONZO / SÃO PAULO

A Secretaria Municipal de Transportes esclarece que a fiscalização do respeito a essas faixas é fundamental para a operação do

transporte público e para a fluidez do trânsito em geral.

O leitor reclama: É obvio que a cidade precisa de maior fluidez para o transporte público, mas há vias que não comportam um corredor exclusivo. Em vez de orientar motoristas e auxiliar o trânsito, a CET está mais preocupada em aplicar multas. Isso se caracteriza como omissão!

JARDIM LÚCIA

Muro de proteção caiu

Na Rua José Xavier Guimarães, esquina com a Rua Caetano Bizarro, no Jardim Lúcia, existe uma ponte sobre um pequeno rio. O problema é que há um ano o muro de proteção da ponte caiu. Passados seis meses, a Prefeitura colocou outro muro, que caiu após cinco dias. Parece mentira! De lá para cá, foram colocados apenas cones de sinalização (que caem no rio) e blocos de concreto que atrapalham o trânsito. O asfalto está sendo solapado. Liguei na Subprefeitura Butantã, que mandou eu ligar na Prefeitura, que, por sua vez, me mandou ligar na Secretaria de Obras, que disse não poder ajudar.

FRANCISCO REIS / SÃO PAULO

A Subprefeitura Butantã informou que a obra de contenção da margem do Córrego Jacarezinho,

a troca da tubulação e a modificação do traçado do córrego seriam feitas na 1ª semana de julho.

O leitor relata: Nada foi feito. Os obstáculos estão caindo no rio e os pedestres têm de se equilibrar entre o córrego e os carros.

AV. WASHINGTON LUÍS

Recapeamento malfeito

A Avenida Washington Luiz, uma das principais vias da zona sul, foi recapeada recentemente, mas a pista da direita já está toda esburacada. O serviço de tapa-buraco é tão mal executado que não dura uma semana. O trânsito já caótico da avenida é agravado pelas más condições da via, sem contar o desperdício de dinheiro.

LUIZ ANTONIO MACHADO

/ SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras informa, por meio da Superintendência das Usinas de Asfalto (SPUA), que está programada vistoria minuciosa nos dois sentidos da Av. Washington Luís. Caso sejam constatadas irregularidades, a empresa executora dos serviços será notificada. Diz que a Subprefeitura Santo Amaro realizou serviços de reparo na pavimentação da avenida no primeiro fim de semana de julho.

O leitor desmente: Não foi realizado nenhum reparo no fim de semana mencionado.

SKY

Estorno não foi feito

Em 21/3 meu marido cancelou a SKY e recebeu a confirmação da operação. O pagamento era feito via cartão de crédito e, em 23/3, foi lançada cobrança referente ao período de 23/3 a 22/4. Liguei na central e disseram que não poderia ser feito o estorno, porque o valor já tinha sido fechado em 11/3. Fiz o cancelamento a tempo de não pagar por mais um mês, mas, mesmo assim, estão me cobrando e se negando a estornar o valor.

FLÁVIA PAES / SÃO PAULO

A SKY informa que entrou em contato com a leitora em 25/4 e confirmou o cancelamento da assinatura. A mensalidade de março/2012 será estornada.

A leitora contesta: Em 25/4 disseram que o valor cobrado incorretamente seria devolvido em até 60 dias. O prazo venceu e nada foi feito.

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