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Esposa de publicitário acusado de matar zelador é solta

Laura Maia de Castro e Luiz Fernando Toledo - O Estado de S. Paulo

04 Junho 2014 | 08h 27

Defesa disse que a advogada Ieda Cristina Cardoso da Silva não sabia do crime brutal cometido pelo marido

Atualizado às 9h35

SÃO PAULO - A advogada Ieda Martins, de 42 anos, mulher do publicitário acusado da morte do zelador Jezi Lopes de Souza, de 63 anos, foi solta na noite desta terça-feira, 3. De acordo com a Polícia Civil, a justiça determinou a revogação da prisão temporária decretada na segunda-feira, 2. 

Na terça-feira, o advogado de Ieda, Roberto Guastelli, afirmou que ela estaria trabalhando no momento em que Eduardo Martins, de 47 anos, assassinou o zelador. "Ela não sabia do crime brutal que o marido cometeu", argumentou Guastelli. 

As imagens do condomínio mostram Ieda ajudando a levar a mala que continha o corpo do zelador no veículo Logan. Ainda de acordo com a defesa, ela já separava roupas e calçados há algum tempo para doar, e pensou que se tratasse dos objetos. "Ele pegou a parte mais pesada, nas rodinhas, ela só ajudou", disse o advogado.

Às 15h, Martins teria levado o filho para uma aula de reforço e retornado para casa, quando cometeu o crime e ligou para a mulher em seguida. Ieda, segundo o advogado, chegou às 17h, notou que o marido estava melhor, saiu para comprar pão e produtos escolares para o filho e só depois ajudou a carregar a mala. As imagens de Ieda saindo não foram divulgadas, mas Guastelli afirmou que as pediu.

O caso. Martins e sua mulher foram presos sob a acusação de assassinar o zelador do prédio onde moram, na Rua Zanzibar, Casa Verde, zona norte de São Paulo. O corpo, esquartejado e com sinais de queimadura, foi encontrado na segunda-feira, 2, na casa do pai do publicitário na Praia Grande, no litoral paulista. O corpo de Souza foi esquartejado e estava sendo queimado em um latão ao lado de uma churrasqueira, no momento do flagrante. No mesmo dia, o casal teve a prisão temporária de 30 dias decretada.

Martins admitiu o crime, mas afirmou que a morte foi acidental - o zelador teria batido a cabeça no batente da porta após uma luta corporal com ele. Os dois já se desentendiam há algum tempo por questões do condomínio, como o uso de uma vaga na garagem. O estopim da discussão teria sido a acusação de Martins ao zelador Souza, que estaria roubando suas correspondências e jornais.

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