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Hélvio Romero/Estadão

Conheça as faixas de ônibus mais perigosas da capital paulista

Em 2015, houve 56 atropelamentos com mortes nas vias - redução de 39% em relação a 2014; veja onde aconteceram os acidentes

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Juliana Diógenes,
O Estado de S.Paulo

28 Março 2016 | 09h53

SÃO PAULO - O número de atropelamentos com morte em faixas de ônibus, causados por ônibus municipais de São Paulo, caiu 39% no ano passado em comparação com 2014. A queda foi de 56 atropelamentos fatais para 34 entre um ano e outro. O centro expandido registrou dez acidentes, quase um terço do total de 2015.

Segundo dados da Companhia de Engenharia do Tráfego (CET), obtidos por meio de Lei de Acesso à Informação, no ano passado, nenhuma faixa de ônibus teve mais de uma morte. No centro de São Paulo, porém, quatro atropelamentos fatais se concentraram em um corredor com circulação intensa de veículos, entre as Avenidas Francisco Matarazzo e Ipiranga, uma distância de aproximadamente quatro quilômetros.

Outros seis acidentes com morte foram causados por ônibus nas faixas exclusivas do centro expandido: no Largo da Lapa (zona oeste); na Avenida Celso Garcia (zona leste); na Praça Padre Damião (zona sul); e nas Avenidas Brigadeiro Luís Antônio e Tiradentes, além da Rua da Consolação (região central).

De acordo com a Prefeitura, a cidade atingiu no final de fevereiro a marca de 500 quilômetros de faixas exclusivas de ônibus, localizadas à direita das vias, após a inauguração de 4,2 quilômetros nas zonas sul e oeste, além do centro. O programa de metas do prefeito Fernando Haddad (PT) previa a implementação de 150 quilômetros de faixas na rede. 

Veja no mapa abaixo as faixas de ônibus mais perigosas da capital em 2015:

 

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