Carga avariada e prejuízo

FALTA DE CUIDADO DA TAM CARGO

O Estado de S.Paulo

17 Dezembro 2011 | 03h02

Utilizei os serviços da TAM Cargo para transportar meus equipamentos, compostos por instrumentos musicais e acessórios. Um dos cases, no valor de R$ 550, chegou espatifado. Segundo o funcionário da empresa, em vez de ser ressarcido pelo prejuízo, receberei o valor ridículo de R$ 161,46 (usaram como critério o peso do case da guitarra vazio). E, quase dois meses depois, nem sequer fui informado de quando isso irá ocorrer. A empresa demonstrou não ter competência para esse tipo de serviço, pois, além de avariado, meu equipamento saiu na esteira de bagagem em vez de ser encaminhado ao terminal de carga. Gastei mais de R$ 2.500 para transportá-lo e ainda tive esse prejuízo. Exijo o ressarcimento deste valor.

LUCIANO MENEZES / SÃO PAULO

A TAM Cargo informa que entrou em contato com o leitor para informá-lo sobre os procedimentos de indenização e lhe pedir desculpas. Diz que as equipes têm sido permanentemente orientadas quanto ao manuseio de cargas e que o alerta do cliente é importante para o aperfeiçoamento dos serviços prestados.

O leitor reclama: A queixa continua. O Fale com o Presidente só me retornou após o contato da Coluna. É ridículo a TAM achar que pedir desculpas resolve alguma coisa. Paguei bem caro, R$ 2.500, para meus equipamentos irem e voltarem de Rondônia intactos. O objeto que eles destruíram custa R$ 550 e eles só querem pagar R$ 161,46. Também disseram que iriam pagar em um mês, e isso não ocorreu. Preciso de uma empresa confiável para transportar meu equipamento, o que eles claramente não o são.

TÁXIS CLANDESTINOS

Agressão em Congonhas

A propósito do editorial Policiamento nos aeroportos, de 6/12, sou usuário do Aeroporto de Congonhas e tenho observado aliciadores de passageiros para táxis clandestinos. Em 2/12 fui agredido fisicamente na área de desembarque, ao responder a um aliciador que não tomaria o táxi clandestino. O indivíduo me deu um soco e saiu caminhando. Depois de dez minutos, apareceu um segurança que nada fez além de acionar a polícia. Registrei Boletim de Ocorrência e reconheci o agressor pela foto gravada em câmera da Infraero. Funcionários da delegacia demonstraram ter conhecimento da presença dos aliciadores.

FLÁVIO AUGUSTO ESTEVES

/ SÃO PAULO

A Infraero informa que o credenciamento dos táxis é de responsabilidade da Prefeitura e que a fiscalização é feita pelo Departamento de Transportes Públicos e pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Para coibir a ação desses taxistas, são distribuídos folhetos que orientam os passageiros a se dirigir ao subsolo e utilizar táxis credenciados.

O leitor comenta: O fato é que há um jogo de empurra-empurra entre a Infraero, a CET e a polícia, que, aparentemente, impede a execução de uma ação coordenada e efetiva para acabar com a prática no local. Representantes da Ouvidoria da Infraero comentaram que isso é resultado da ação de grupos organizados. De fato, já recebi nas proximidades do aeroporto oferta de táxis sem passageiros para uma corrida "de graça" a Congonhas, de modo que eles pudessem entrar no aeroporto sem multa. É espantosa a desenvoltura dos aliciadores de táxis, o que me leva a crer que não há vontade da Infraero, da Prefeitura nem da polícia em resolver o problema, para prejuízo e vergonha dos cidadãos.

SKY - SEM SINAL

Técnico não comparece

Tornei-me cliente da SKY em 28/10 e, desde então, já fiquei sem sinal três vezes. Já foram agendadas três visitas, mas o técnico não compareceu nem entrou em contato. Soube que é a Dealer Inova Telecom, terceirizada pela SKY, quem presta serviços na região e, embora os técnicos relatem que o serviço foi realizado, isso não ocorreu e não sei quem está assinando a ordem em meu nome.

TELMA RAMOS

/ SÃO PAULO

A SKY informa que uma funcionária entrou em contato com a

sra. Telma, em 14/12, e que a

cliente confirmou que o sinal foi restabelecido após o atendimento técnico em 13/12. O valor correspondente ao período sem sinal será creditado na fatura com vencimento em 27/12.

A leitora analisa: O problema foi solucionado, mas eu não precisava ter passado por tantos transtornos, pois era algo fácil de ser resolvido (a troca de um pedaço de cabo, que estava danificado). Se eles tivessem respeitado o primeiro agendamento, ninguém teria se desgastado, nem eu nem a imagem da empresa com os clientes.

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