Apagão não aumentou criminalidade em SP, diz PM

Número de ocorrências ficou dentro da média; contatos aumentaram para tirar informações sobre blecaute

Solange Spigliatti, Central de Notícias

11 Novembro 2009 | 10h57

Levantamento da Polícia Militar feito durante parte do período que durou o apagão que atingiu boa parte do País mostrou que não houve aumento da criminalidade na capital paulista. Foram registrados até a meia-noite de ontem cerca de 5.400 ocorrências, abaixo da média diária registrada pela PM, que gira em torno de seis mil ocorrências, segundo a PM.

 

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Ainda de acordo com relatório da Polícia militar, a média de chamadas ao 190, na capital, entre 22 e 23 horas, é de mil ligações e somente na primeira hora do apagão o Copom recebeu 2.400 ligações sendo, em sua maioria pedidos de informações da população. A maior parte dessas ocorrências registradas foram de pequenos acidentes de trânsito e de pessoas presas em elevadores atendidas pelos Bombeiros.

 

A Polícia Militar informa que garantiu a segurança em todo o Estado de São Paulo apesar do apagão e o serviço de atendimento 190 funcionou normalmente tanto para receber as ligações da população quanto para garantir a comunicação entre as viaturas nas ruas. Houve reforço no policiamento, sendo que o efetivo policial que deixaria o serviço entre 22 e 23 horas permaneceu de serviço como força reserva. A tropa de Choque permaneceu de prontidão para qualquer acionamento.

 

O patrulhamento foi reforçado nas estações do Metrô e terminais de ônibus, além do apoio à Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) em determinados cruzamentos, devido à falta de sinalização e não houve nenhum registro de quebra da ordem pública no Estado. A Polícia Militar trabalhou conjuntamente com a CET, Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), Metrô e SPTrans para minimizar os transtornos do apagão ocorrido entre às 22h10 e 03h45.

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