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Alckmin diz que polícia vai monitorar black bloc na Copa

Grupo afirmar que vai radicalizar e não descarta nem ataques contra delegações de times estrangeiros

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Luís Lima - Agência Estado,

16 Fevereiro 2014 | 12h49

Em resposta à ameaça do grupo black bloc de radicalizar nos protestos durante a Copa do Mundo no Brasil, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse que a polícia terá um trabalho permanente durante o evento para garantir a segurança pública. Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo adeptos do movimento de São Paulo afirmaram que vão radicalizar e não descartam nem mesmo ataques contra delegações de times estrangeiros.

O governador lembrou que o estado de São Paulo receberá 15 das 31 seleções do mundo. "Nós teremos aqui um trabalho permanente da polícia, de inteligência e de segurança, neste período, além do que já acontece normalmente", disse.

Sobre as manifestações contra o evento, Alckmin considerou que "ninguém é contra a Copa." Segundo ele, as pessoas são contra o uso de dinheiro público na construção de estádios. "No caso do governo de São Paulo não foi usado nenhum centavo (do governo) no estádio, então protestar contra o quê?", questionou.

Alckmin disse não ver problemas nas manifestações, pois elas fazem parte da democracia. "O que não pode é ter violência, colocar em risco a vida das pessoas, depredar patrimônio público, isso é que não pode", enfatizou.

O governador acompanhou hoje, na capital paulista, o início da construção de 804 moradias no bairro do Jaraguá.

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