A UPP do professor

A UPP do professor

A julgar pela estratégia da PM na última manifestação de funcionários públicos no entorno do Masp, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo lançou, sem alarde, uma versão Avenida Paulista disso que no Rio todo mundo enche a boca pra chamar de Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).

Tutty Vasques, O Estadao de S.Paulo

02 Abril 2010 | 00h00

Alguma coisa precisava mesmo ser feita para evitar a escalada dos conflitos de rua, especialmente no trato com professores em dia de fúria sindical.

Os Ph.Ds. em Protesto do movimento devem estar até agora intrigados com a falta de combatividade dos policiais que, na quarta-feira, ocuparam a região, alheios às provocações dos mestres de cerimônia da manifestação.

Teve PM que, no limiar do confronto, pegou sua moto e foi cuidar do trânsito na outra ponta da confusão, assoviando Imagine, do John Lennon!

Ainda que nada tenha sido bem assim - ou tampouco isso seja fruto de planejamento oficial -, a ideia de uma "polícia pacificadora" na Paulista poderia ser o primeiro facho de luz própria no governo Alberto Goldman que se inaugura.

Até porque esse negócio de bater em professores, convenhamos, já basta o que os alunos fazem ultimamente com eles em salas de aula!

Previsão de autoestima

O racha iminente da recém-lançada aliança entre Fernando Gabeira e Cesar Maia mudou inteiramente o clima no Rio de Janeiro. Capaz até de dar praia no feriadão!

Dureza

Antes de sentar na cadeira de José Serra, o ainda vice Alberto Goldman foi levado em jejum para fazer o teste do Rodoanel. Sabe lá o que é isso?

Nem aí!

De Aécio Neves, sobre suas reais pretensões nas eleições de 2010: "Vou receber o que o destino me reservar!" Ou seja, como diria Zeca Pagodinho, "deixa a vida me levar, vida leva eu"!

Político sensível

Sérgio Cabral chamou dia desses o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, de ''indelicado''. Não deixa de ser um avanço pra quem até pouco tempo chorava quando lhe passavam a mão nos royalties.

É o que mais tem

José Serra e Dilma Rousseff saíram dos cargos de governo que ocupavam disparando, respectivamente, contra partidários da roubalheira e correligionários da estagnação. Como se não fosse possível um político ser as duas coisas ao mesmo tempo.

Essa não!

Por que diabos a Fifa encrencou com a maquiagem do Morumbi para a Copa de 2014? Será que o preconceito com tudo que é do São Paulo não tem limites, caramba?

Fala mulher

Escolha um companheiro de chapa:

( ) Michel Temer

( ) Henrique Meirelles

( ) Prefiro continuar com meu marido mesmo

Acredite se quiser!

Bombou no Twitter de 1º de abril a informação de que Marcelo Dourado doou R$100 mil do prêmio do BBB para ONGs de combate à homofobia.

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