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Quem Faz

BRUNO PAES MANSO Formado em economia (USP) e jornalismo (PUC-SP), trabalhou por dez anos como repórter no jornal O Estado de S. Paulo. Também atuou na Revista Veja, Folha da Tarde e Folha de S. Paulo. Atualmente faz pós-doutorado no Núcleo de Estudos da Violência da USP. Concluiu o mestrado e doutorado no departamento de ciências políticas da Universidade de São Paulo, onde pesquisou o crescimento e a queda dos homicídios em São Paulo. É autor do livro O Homem X - Uma reportagem sobre a alma do assassino em SP, que ganhou o Premio Vladimir Herzog de melhor livro reportagem de 2006.
quarta-feira 03/12/14 16:22

Contra grupos de extermínio, Direitos Humanos da PF faz operação em Sergipe e Bahia

sergipe1

Cena típica das grandes cidades brasileiras, o caso ocorreu no mês de outubro em Poço Verde, pequena cidade com cerca de 20 mil habitantes situada no estado de Sergipe. Um presidiário foragido é morto a balas numa suposta troca de tiros com a polícia, segundo versão das autoridades. O caso é noticiado na televisão. A viúva tenta rebater a versão oficial

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terça-feira 02/12/14 09:05

WhatsApp e Face obrigam novo debate sobre o sensacionalismo no jornalismo

Telhada ROTA

Nos anos 1980, o radialista Gil Gomes fez história ao narrar de forma teatral os crimes que ocorriam nas periferias de São Paulo. Assim ajudou a criar em torno desses bairros um imaginário de terror, como se fossem ambientes repletos de vilões amedrontadores que não fariam falta se exterminados. Outro radialista famoso na época foi Afanásio Jazadji, com mais de um

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quinta-feira 27/11/14 08:06

A proibição do anúncio do livro Mascarados no Metrô – o povo tá ficando histérico

mascarados

Não entendo nada de marketing nem de vendas, mas me parece que a proibição pelo Metrô do anúncio do livro Mascarados, da Geração Editorial, ajudou na divulgação da obra (Para quem não sabe, escrevi o livro com a Esther Solano e o Willian Novaes). O veto, que os editores do livro chamaram de censura, repercutiu e foi discutido em espaços nobres

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terça-feira 25/11/14 08:56

O fracasso da política de guerra às drogas em poucos quarteirões da cracolândia

craco

Em janeiro deste ano, o prefeito Fernando Haddad deu início à Operação De Braços Abertos com uma cena impactante. Pessoas que frequentavam a região da Rua Helvetia e Dino Bueno, no centro da cidade, parte da chamada cracolândia, desmontaram mais de uma centena de barracos que ficavam no meio da rua onde algumas delas moravam. A ação havia sido o resultado de uma

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terça-feira 18/11/14 13:07

Alerta: Bancada da Bala pode revogar Estatuto do Desarmamento

desarma

Uma pessoa foi assassinada no Brasil a cada 10 minutos no ano passado, conforme mostraram os dados do 8º Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Isso representou um total de 53.646 mortes no ano passado. 71% dessas mortes ocorreram por armas de fogo. Nos estados mais violentos do País, a proporção dos mortos a tiros é ainda

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terça-feira 18/11/14 08:48

13 motivos para a ONU ajudar SP a esclarecer o papel da PM na chacina divulgada pelo WhatsApp

periferia

Se falou muito da tal nova Classe C para discutir o aumento no consumo parcelado em infinitas prestações. Mas uma mudança na estrutura de classes brasileira pede mais. Não ser assassinado pela polícia, não ser chamado de bandido depois da morte e não ter os parentes ameaçados são algumas das exigências atuais. De que adianta ter acesso ao

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quinta-feira 13/11/14 09:03

E se a Polícia Federal entrasse de vez no combate aos grupos de extermínio no Brasil?

exterminio

Nos últimos três anos, foram deflagradas três grandes operações da Polícia Federal com o objetivo de desarticular grupos de extermínios formados por policiais militares e civis nos estados brasileiros. Em agosto de 2013, na Operação Hecatombe, 22 pessoas foram acusadas  de integrar um grupo de extermínio no Rio Grande do Norte. A quadrilha era suspeita de matar 20 pessoas no

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segunda-feira 10/11/14 09:02

A prova irrefutável de que o Brasil tolera o assassinato de pobres e negros. Veja e assuma

vigario

  Ainda não consegui me esquecer do depoimento de Vera Lucia dos Santos no documentário À Queima Roupa, de Thereza Jessouron, que estreia na quinta-feira, dia 13, nos cinemas de São Paulo. Para falar a verdade, não vou me esquecer nunca mais. Vera está toda vestida de preto e sua figura tem a sobriedade das matriarcas evangélicas dos bairros pobres

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