Três frases e um vídeo: Aflalo & Gasperini

Estadão

02 Novembro 2009 | 14h34

Por Edison Veiga

Na semana passada, o Estado publicou um suplemento especial intitulado “Arquitetura em SP”. Nele, constavam os resultados de uma enquete realizada pelo jornal para eleger os cinco melhores escritórios de arquitetura de São Paulo. Todos foram perfilados pela reportagem e, com exceção de Paulo Mendes da Rocha – que não topou participar -, gravaram um vídeo. A partir de hoje, publico aqui algumas frases que não entraram no especial, seguidas da reportagem audiovisual.

Para começar, o escritório Aflalo & Gasperini, eleito o melhor da cidade:

“Resolvi ser arquiteto porque nós estávamos completamente na merda depois da guerra. Todas as profissões eram terrivelmente desacreditadas. Então eu via duas opções: ou a medicina, que era do meu pai, ou as artes. De repente, comecei a me dedicar às artes. E, então, acabei entrando em arquitetura.
Gian Carlo Gasperini

“Gosto de enganar a rotina. Costumo variar o deslocamento de casa (na região do Parque do Ibirapuera) ao escritório (na Vila Olímpia). De manhã, venho pela Avenida Juscelino Kubitschek. À tarde, eu prefiro passar por trás da Vila Nova Conceição, que tem uma aspecto mais agradável, menos agressivo.”
Roberto Aflalo Filho

“No começo da carreira, eu era 100% arquitetura. Agora desenvolvo outras atividades, até para tomar um pouco de distância da área. Pratico esportes: corrida, natação, ciclismo… É preciso uma grande disciplina para fazer isso diariamente – e eu faço porque gosto. Às segundas, ainda tenho aulas de violão.”
Luiz Felipe Aflalo Herman