Doria nomeia 133 funcionários e dá 6 meses para corte de comissionados
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Doria nomeia 133 funcionários e dá 6 meses para corte de comissionados

Em seu primeiro decreto, prefeito faz reestruturação das secretarias, remaneja 210 cargos, extingue outros 61 e pede lista de cortes de 30% de não concursados

Fabio Leite

02 Janeiro 2017 | 18h48

O novo prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), publicou nesta segunda-feira, 2, seu primeiro decreto no cargo reestruturando as secretarias municipais e as prefeituras regionais e uma centena de portarias nomeando 133 funcionários de primeiro e segundo escalões da sua gestão, entre eles os 24 secretários e os 32 prefeitos regionais.

Doria se veste de gari no primeiro dia. Foto: Felipe Rau/Estadão

Doria se veste de gari no primeiro dia. Foto: Felipe Rau/Estadão

Em edição especial do Diário Oficial da Cidade, que não circula às segundas-feiras, Doria também estabeleceu prazo de 6 meses para que os todos os órgãos da administração pública direta, que inclui as secretarias e as autarquias, apresentem “proposta de estruturação administrativa” com redução de, no mínimo, 30% dos cargos comissionados (não concursados).

No decreto, Doria lista as 22 secretarias que funcionarão no seu mandato, extingue quatro pastas (Licenciamento, Promoção da Igualdade Racial, Política para as Mulheres e Comunicação) que existiam na gestão Fernando Haddad (PT), remaneja 210 cargos comissionados entre os órgãos da Prefeitura e extingue outros 61.

Além de todo o seu secretariado (são 24 nomes) e dos 32 prefeitos regionais, Doria nomeou 22 secretários-adjuntos (os secretários especiais de Comunicação e Relações Governamentais não terão adjuntos), 24 chefes de gabinete, 10 diretores de empresas (SP Obras e SP Urbanismo), 7 chefes de autarquias, institutos e fundações, e 11 assessores especiais, que compõe o primeiro e o segundo escalão da Prefeitura. Os salários variam de R$ 4,9 mil a R$ 30,5 mil.