Fênix

Estadão

29 Junho 2009 | 06h48


José Sarney é uma fênix da política brasileira. Passa por altos e baixos a cada oito anos. Os bottons ai mostram dois momentos delicados dessa carreira. Ainda cheirando a Arena e ligado ao regime militar, foi pressionado durante a época que o povo pedia diretas já. Mas em 1984 conseguiu virar vice de Tancredo Neves e herdou a cadeira de presidente da República com a morte do mineiro. Depois, durante a Constitição de 88, quando a decisão era mudar o tamanho do mandato para quatro anos, Sarney esperneou. Não queria abrir mão de um ano de gestão. Ficou com cinco anos depois de negociar com um grupo de parlamentares chamado de Centrão. Passou incólume na fase Collor. Virou amigo dos tucanos no período FHC. Atualmente, ao lado do PT de Lula, se vê ferrado por marimbondos de fogo e ameaça derreter politicamente, junto com sua enorme família. Mas…