Uma obra que não sai do papel
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Uma obra que não sai do papel

OLHA SÓ... Em comemoração aos 140 anos do Estadão, a coluna Paulistices desta semana traz informações e curiosidades da São Paulo de janeiro de 1875. Divirta-se com essa viagem ao passado.

Edison Veiga

27 Janeiro 2015 | 07h49

Imagem: Reprodução

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Já faz dois anos que foi apresentado o desenho do engenheiro municipal Carlos Rath para a construção de um novo matadouro, com previsão de abate mais racional de animais. A ideia era que o mesmo fosse instalado no sítio de José Fabiano Baptista, a dois quilômetros da Estrada da Água Branca. Mas, até agora, nada de o projeto sair do papel. Imprevistos não faltaram: moradores vizinhos do local escolhidos se opuseram à construção de inconveniente estabelecimento, cogitou-se então a Chácara das Palmeiras (do médico Frederico Borghoff) – livre dos ventos reinantes –, depois notou-se disparidades entre projeto e orçamento. O último episódio dessa saga, ainda longe de conclusão, foi a análise de um outro terreno, desta vez na Várzea de Santo Amaro.

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