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Números e fatos da Avenida Paulista

Edison Veiga

26 Dezembro 2011 | 04h01

FOTO: ANDRÉ LESSA/ AE
Para marcar o fim da série sobre os casarões históricos da Avenida Paulista – feita em parceria com meu colega Rodrigo Burgarelli – o bate-papo da última sexta na rádio Estadão ESPN tratou de algumas curiosidades da avenida-símbolo de São Paulo. Confira os principais pontos da conversa:

– A Avenida Paulista já teve outro nome. Em 1927, ela foi rebatizada como Avenida Carlos de Campos, honraria póstuma a um ex-presidente do Estado de São Paulo – cargo equivalente ao de governador, atualmente. A população, obviamente, não gostou. Pressionado, em 1930, o Poder Público teve de voltar ao nome original.

– Hoje, cerca de 200 mil pessoas moram na avenida. No ano da inauguração, em 1891, a população total da cidade de São Paulo era de pouco mais de 65 mil pessoas.

– A Paulista tem 2,7 quilômetros de extensão e fica a 847 metros de altitude, em relação ao nível do mar.

– Por ela passam, diariamente, 90 mil carros. E 1,5 milhão de pessoas.

– Na Paulista funcionam 3.138 empresas, 46 agências bancárias.

– As três estações de Metrô localizadas na avenida registram uma média diária de 141 mil embarques.

Dos casarões antigos que marcavam a paisagem da Paulista nas primeiras décadas de sua existência, apenas cinco permanecem em pé. Em um deles funciona um centro cultural dedicado à literatura, a Casa das Rosas; dois são endereços de agências bancárias; um abriga o Instituto Pasteur, vinculado à Secretaria de Estado da Saúde; e um está desocupado, por conta de uma disputa judicial.