Frios e calores
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Frios e calores

IAG faz medições desde 1933 na capital

Edison Veiga

30 Agosto 2017 | 04h43

Foto: Rafael Arbex/ Estadão

O friozinho que fez no mês de agosto não chega aos pés (gelados) dos recordes já registrados pela estação meteorológica do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas, o IAG. Em três ocasiões, os termômetros chegaram a 1,2ºC negativo: 6 de julho de 1942; 12 de julho de 1942; e 2 de agosto de 1955. Já o maior calorão foi recente (obra do aquecimento global?) – em 17 de outubro de 2014, o IAG registrou 37,2°C.

Mantido pela Universidade de São Paulo, o instituto faz medições meteorológicas desde 1933, na Água Funda. A pedido do Paulistices, a equipe que trabalha lá levantou os extremos mais curiosos desses últimos quase 85 anos.

O mês mais chuvoso foi janeiro de 2010 (com 653,2 milímetros); o mais seco, julho de 2008 (0,4 milímetro). No dia 6 de março de 1966, houve uma chuva torrencial de 145,9 milímetros em apenas 24 horas!

O dia mais seco da série histórica foi 23 de novembro de 1968, com umidade relativa do ar de apenas 12%. E a maior rajada de vento, com 101 km/h, foi registrada em 24 de novembro de 1973.

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