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Quem Faz

PABLO PEREIRA. Formado pela PUC-RS em 1986, é jornalista do Estadão desde 2007. Foi Editor Executivo de O Estado de S.Paulo, do Jornal da Tarde e do estadão.com.br. Master em Jornalismo Digital pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS), é repórter especial.
quarta-feira 27/11/13 17:09

O que vai ser da Paulista, avenida ícone de São Paulo?

Muitas cidades costumam ter seus mimos, aqueles espaços de vias públicas que se transformam em ícones locais, marcas de convivência. Nova York tem a Quinta Avenida e a Times Square, ambas bem conhecidas de milhares dos brasileiros que por lá se divertem - e cada vez mais!

Roma, Paris, Madri, Barcelona, Buenos Aires, Rio, Porto Alegre - e, claro, São Paulo- também conservam essas áreas cobiçadas por ávidos turistas e amadas por seus nativos. Ontem e hoje ...

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terça-feira 19/11/13 16:47

Nem tudo é discórdia na “Terra Brasilis”. Acordo prepara área para etnia Atikum no Mato Grosso do Sul

Nem tudo é discórdia no mundo dos índios que lutam por áreas ancestrais - lá dos tempos da Terra Brasilis, de Lopo Homem - e que há décadas são ocupadas por fazendeiros e outros produtores agrícolas país afora. No Mato Grosso do Sul (MS), um consenso anunciado hoje entre a prefeitura de Nioaque e a Secretaria de Patrimônio da União (SPU) vai beneficiar uma centena de pessoas da etnia Atikum.

O documento, com o aval do Ler post

domingo 17/11/13 17:29

O recado de Sandra Bullock

Recomeçar, sempre, não importa o tamanho da encrenca na qual você esteja metido. Mesmo que você esteja perdido no espaço, quase sem ar, sempre há uma saída. O filme Gravidade, do mexicano Alfonso Cuarón, com a bela americana Sandra Bullock, é isso. Desistir, jamais!

Para sair de órbita, vá ao cinema. Para brincar, clique em Initiate Spacewalk 

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PS:

São Paulo durante um feriadão é uma maravilha!

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terça-feira 12/11/13 12:39

O triste turismo sem vergonha do Brasil

Outro dia estive no Rio de Janeiro para uma reportagem sobre o empresário Eike Batista. O Rio é um belo lugar. Mas, como muita coisa no Brasil, anda pelas beiradas em muitos quesitos. Na recepção do hotel, em Copacabana, ouvi uma coisa triste. Era um grito que dizia muito sobre a realidade do mais famoso cartão postal brasileiro. Um rapaz chamava turistas europeus: “Favela tour, favela tour”!

O guia de passeio recolhia interessados na visita a um “ponto turístico” carioca. Chovia e o Cristo Redentor estava escondido. O Pão de Açúcar, idem. Praia, sem chance. Então lá foram eles, na van, curiosos como crianças no caminho do zoológico.

Foram ver os pobres brasileiros que vivem na miséria das montanhas encobertas pelo descaso de uma sociedade sem vergonha, corrupta, chinfrim, ruim, perversa, um povo que mantém aquele nervo exposto há décadas.

Duvido que a miséria mostrada aos turistas da Rocinha e do Alemão seja indispensável para a alma da cidade de Machado de Assis. Duvido que a pobreza e o desamparo sejam parte necessária da criatividade do samba, da perspicácia, da arte de viver devagar, daquelas milhares de criaturas que há gerações são obrigadas à penosa existência nas “comunidades”.

Recuso-me a crer que os “cariocach” dos morros não tenham inspiração para compor e cantar a magia que lhes emprestam aquelas paisagens maravilhosas, cortadas por colinas, mar e lagoa, se lhes for garantido o acesso aos bens de consumo das casas do asfalto.

Como na violenta e também desigual metrópole paulistana ou na distante capital nacional das fossas, Macapá, são vítimas de uma inominável preguiça geral e de uma letárgica e criminosa omissão de governos e mais governos. Formam uma enorme massa de gente usada bastante como moeda eleitoral, na maior cara de pau. E que vive a servir de bicho de gaiola para turistas.

Há por aí a discurseira oficial dos “nunca antes neste país” e de outros “entendidos, letrados”. Mas ainda falta muito, muito mesmo, para que o país possa encher a boca para se dizer uma democracia!

“Favela tour, favela tour”!, gritava o homem.

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Clique para ler a reportagem

 

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domingo 03/11/13 14:57

A “guerra” nossa de cada dia

O Brasil ultrapassou a casa dos 50 mil assassinatos em 2012. 50.108 mortos! Reportagem do jornalista Bruno Paes Manso, do Estado, noticia a carnificina - uma mortandade absurda espalhada pelo país. A violência cresce, São Paulo puxa os índices e as autoridades, mais uma vez, fazem cara de paisagem, como se nada estivesse acontecendo.

São números assustadores. É uma epidemia. A estatística revela que o crime contra a vida já é hoje tão corriqueiro no cotidiano ...

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