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Quem Faz

PABLO PEREIRA. Formado pela PUC-RS em 1986, é jornalista do Estadão desde 2007. Foi Editor Executivo de O Estado de S.Paulo, do Jornal da Tarde e do estadão.com.br. Master em Jornalismo Digital pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS), é repórter especial.
sábado 15/10/11 12:44

Lagartas, borboletas, Romano e Carlota

O pensador Affonso Romano de Sant’Anna escreveu no excelente Sabático, editado por Rinaldo Gama (abaixo, os links), citando McLuhan, a metáfora da lagarta e a borboleta. Perfeita para esses tempos de revolução tecnológica e de imensas dúvidas sobre o futuro breve. Trata o professor Romano de Sant’Anna do aumento na produção brasileira de livros, uma avalanche deles tira a indústria livresca do marasmo nos últimos anos. Mas aí vem a questão do pensador: e os leitores? Lá está, no artigo publicado ...

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sexta-feira 14/10/11 15:08

Guerra e Paz, de Portinari, em SP

João Candido Portinari, filho do pintor/Foto: Divulgação

Na próxima terça-feira, dia 18, às 10h, no Memorial da América Latina, João Candido Portinari, filho de Candido Portinari, vai anunciar oficialmente o local e a data da exposição na cidade dos painéis "Guerra" e "Paz", que foram restaurados e começam uma turnê por várias cidades. As obras passaram mais de meio século na ONU, em Nova York, e voltaram ao Brasil em dezembro. O Rio já viu os painéis que foram pintados entre 1952 e 1956 pelo artista de ...

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quinta-feira 13/10/11 21:31

Sobre uma revolução em andamento

 

Nos últimos dias, acompanhei pela web um encontro importante para essa área, que é o Web 2.0, que aconteceu em Nova York. Uma avalanche de novidades desabou lá. Estão no site do evento, que é muito bom. Mas para quem gosta do assunto, há uma participação muito interessante que é a entrevista da professora Carlota Perez, de Cambridge, falando sobre muita coisa interessante, como a segunda bolha da internet.

Ouça (em inglês)

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segunda-feira 03/10/11 15:21

Salve o Belas Artes

Muito interessante, e corajosa, a decisão do Condephaat de abrir processo de tombamento do Belas Artes, na Paulista com Consolação. E inteligente a opção por compor um conjunto com o antigo Riviera, do outro lado da rua.  Pague-se ao proprietário o que for de direito, mas permita-se à cidade a existência daquele ponto. Por muitos anos, foi um local de convergência cultural, de opção de lazer, de agradável convivência. Lembro de muitas e muitas caminhadas noturnas por ali, quando nem havia metrô, após um ...

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