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Quem Faz

PABLO PEREIRA. Formado pela PUC-RS em 1986, é jornalista do Estadão desde 2007. Foi Editor Executivo de O Estado de S.Paulo, do Jornal da Tarde e do estadão.com.br. Master em Jornalismo Digital pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS), é repórter especial.
segunda-feira 29/03/10 14:39

Marginal do Tietê. A pergunta é: vai resolver?

Tela de Jules Martin retrata a inauguração da Paulista em 1891

  O tema do dia na cidade de São Paulo é a abertura ao trânsito da Marginal do Tietê renovada. A pergunta do dia é: vai resolver? Enquanto não se tem essa resposta clara, enquanto os paulistanos usam a novidade para ver no que deu o enorme rol de transtornos nos arredores nos últimos meses, ficam aqui, para curtir, imagens de duas grandes intervenções viárias feitas na cidade em outros tempos:   [caption id="attachment_1677" align="aligncenter" width="450" caption="Tela de Jules Martin retrata a inauguração da Paulista ...

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domingo 28/03/10 00:00

SP fez a cabeça de Ruy Barbosa

Nestes dias de discussão sobre reforma na lei nacional da convivência privada, dos costumes, o Código Civil, fui aos arquivos relembrar essa adequação das normas à vida em curso. E encontrei Ruy Barbosa, no início da República, envolvido com o conjunto de princípios que tramitava no Legislativo. Ruy era senador e foi crítico ferrenho do projeto do primeiro Código Civil brasileiro, que após anos no Congresso começou a valer em 1916. O documento produzido por ele é parte da história brasileira, ...

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sábado 27/03/10 23:58

Um fascinado pelo cinematographo

(trechos de texto de “O Tempo”) "O cinema é o theatro condensado e rapido. É o drama ou a comedia tendo por fundo a realidade, a natureza e o universo na variedade infinita de todas as suas scenas. Não tem bastidores, não tem fingimentos, não tem mentiras. (...) Correm os rios; erguem-se as montanhas; despenham-se as cascatas; veem-se os rebanhos nas pastagens; a natureza se ostenta na variedade incalculavel de suas scenas e a acção humana se produz em toda a ...

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sexta-feira 26/03/10 20:10

DOPS clandestino vem à tona

Um acervo importante do sombrio capítulo do DOPS na vida brasileira está disponível para pesquisa a partir desta sexta-feira, 26. São documentos que mostram que mesmo após ser determinado seu fim, em 1983, o DOPS continuou com as atividades de bisbilhotagem e perseguição política nos porões oficialmente desativados.

Esse tempo de espionagem ilegal foi até 1999. Os documentos dessa ação de gente que se negava a viver os novos tempos está agora à disposição de interessados no Arquivo Público do Estado de São Paulo.
Veja entrevista do coordenador do Arquivo, Carlos Bacellar, na TV Estadão, comentando também o trabalho dos técnicos que preparam a entrega à transparência, até o final do ano, dos restos de arquivo da ditadura encontrados em fevereiro em delegacia de polícia em Santos, litoral de São Paulo.

 

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sexta-feira 26/03/10 10:01

São Paulo mudou, mas os Rattus norvegicus…

 

Desenhos de Angelo Agostini, de 1867, criticando a limpeza da cidade

À esquerda, no meio dos ratos: - Com todos os diabos! se isto se chama aceio publico, não sei o que os fiscaes denominão porcaria! À direita, com as mulas: - Dão licença que eu passe! Como os fiscaes permitem que tomeis conta das ruas, vejo-me obrigado a pedir-vos este grande obsequio. A vida nesta São Paulo de 2010 mudou, muito se modernizou, em relação aos ...

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quarta-feira 24/03/10 20:06

Greve no Beco de Angela Vieira!

Outro dia vimos aqui a história de um pernambucano que escolheu São Paulo para fazer a vida preparando o pão nosso de cada dia, no bairro Sumaré. Teve gente que ficou com água na boca só de saber como o padeiro cria aquela maravilha crocante. Pois hoje, olhando o acervo de O Estado de S.Paulo, li uma história tensa sobre pão. É a história de Angela Vieira, paulistana, que lá pelos 1730 vivia no centro antigo, proximidades da Rua Direita, e deu ...

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terça-feira 23/03/10 18:25

Poncho, um costume de paulista!

Reisender  Paulist in Poncho (Viajante Paulista com Poncho), aquarela de 1817

Nada como uma olhadinha na história! A garoa paulistana, que ainda é forte nos finais de tarde na zona sul da cidade, já foi combatida com traje tido como símbolo de vestes do sul do país: o poncho. Os desenhos de Thomas Ender, que a Iconografia Paulistana do Século 19 editou lindamente, lembram o uso com o seguinte texto: "Este extraordinário estudo de frente e de costas de um tropeiro próspero é talvez uma das mais belas imagens de costumes de São Paulo, com impressionante poder de ...

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terça-feira 23/03/10 16:04

Bacamartes e escarradeiras

Combate contra botocudos, obra de Jean Baptiste Debret, de 1827, retrata guerra dos bandeirantes contra índios

A história da formação paulistana, rica trajetória de ocupação do interior brasileiro há quase 5 séculos, é maravilhoso manancial para o entendimento do país. Há uma infinidade de informações pouco conhecidas que precisam, a cada dia, de mais estudos e reflexão. Uma parte desse mergulho no passado da cidade é possível pela consulta, em São Paulo mesmo, aos guardados em bibliotecas e arquivos, sejam públicos ou de colecionadores. Mas há também detalhes relevantes na vida dos museus de arte. E, muitas vezes, uma passada de olhos em ...

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